O Comédia de ontem ARRASOU! Do início ao fim, @marceloadnet0 e sua trupe botaram banca e mostraram o que a nova comédia tem!
Revejam um dos momentos mais hilariantes do programa: GAIOLA DAS CABEÇUDAS!
Nota de Santi: merece NOTA DEZ! Clique e mande sua nota para o Comédia MTV!
No 15 Minutos desta terça, @marceloadnet0 e @raqueiroga imitaram, respectivamente, os vloggers bombados @felipeneto e @pecesiqueira. O próprio PC queixou-se por ter saído como o Tonho da Lua daquela antiga novela…
Tirando a teima, fiquem com o trecho do programa em vídeo:
Colaboração: Yury Veiga
Mais uma promoção EXCLUSIVA do AdneTRIP!
Você já deve saber que nessa sexta e sábado, o Z.É. estará comemorando seus 7 anos de sucesso em São Paulo, né? E você poderá assistir à apresentação de sexta, com um acompanhante, bancados pelo AdneTRIP!
Para concorrer, você deve votar no Marcelo Adnet na categoria MELHOR HUMORISTA do Prêmio TDB 2010 do Jornal O Dia O MÁXIMO DE VEZES!!
A cada vez que votar, deixe um comentário nesse post informando. Quem votar mais vezes, ganha 1 par de convites! O resultado você confere aqui, sexta-feira dia 30 de julho às 12h.
Atenção: só participe se REALMENTE puder ir à apresentação na sexta-feira, no HSBC Brasil em São Paulo.
Para mais informações sobre as apresentações em São Paulo, CLIQUE AQUI!
Se não ganhar a promoção, imprima a filipeta CLICANDO AQUI e pague meia em qualquer setor!
Por Edson Castro
Nos últimos anos, a comédia brasileira vem se revitalizando e ganhando diversas novas caras. Primeiro veio o (atrasado) surgimento da comédia stand-up por aqui, para, logo na seqüência, os jogos teatrais cômicos, claramente inspirados no programa americano “Who’s line it anyway?”, tomarem conta dos palcos.
Esta semana, O espetáculo Z.É. – Zenas Emprovisadas , fenômeno de público e crítica no Rio de Janeiro, chega a São Paulo para duas apresentações especiais, e o GuiaSP entrevistou um dos membros do grupo, o ator Gregório Duvier.
Já chamado de “a nova cara da comédia brasileira”, a ator e poeta, concilia diversos trabalhos na TV, cinema e teatro, mas um de seus trabalhos de mais destaque foi no filme “Apenas o Fim” (Você confere nossa entrevista com o diretor Matheus Souza aqui. ). Você confere abaixo nossa entrevista com o ator onde ele fala um pouco mais do Z.É., de “Apenas os fim”, do seu divertidíssimo seriado “Os buchas” e sobre seu próximo projeto no cinema “Podia ser pior”.
GUIASP – Como funcionam os ensaios para o espetáculo Z.É.?
Gregório Duvier – É mais um treino do que um ensaio. Nos reunimos e simulamos situações reais, com a ajuda da Assistente de direção Daniela Ocampo, que faz as vezes da platéia. O papel dela é muito importante porque a improvisação precisa daquilo que chamamos de plataforma, que é a sugestão a partir da qual a cena vai se desenrolar.

Com tantas apresentações do espetáculo como vocês fazem para renová-lo e mantê-lo inovador?
Não podemos nunca nos acomodar. O espetáculo só funciona se estivermos o tempo todo na corda bamba. Se não ficarmos nervosos, sem frio na barriga, se tivermos certeza de que tudo vai dar certo, aí perde a graça. Estamos nisso pelo risco.
Como vocês fazem para lidar com dias sem inspiração? Você já teve algum bloqueio no meio de uma apresentação?
Não, nunca. Nos dias sem inspiração, a gente fala o que der na telha com convicção que vai funcionar. E funciona, quase sempre…
E quando o espetáculo não tem graça? Como vocês lidam com a platéia?
Pode haver uma graça na falta de graça. Se isso for exposto ao publico, muitas vezes a piada que não funciona vira uma piada genial. No Z.É., o publico vê a piada nascer, então isso já gera uma relação afetiva do espectador com a piada. O espectador é co-criador do espetáculo, então ele também esta louco para que de certo.
Tanto em “Apenas o fim” como em “Os buchas” você interpreta um personagem nerd. Você se identifica com este tipo de papel?
O cômico está tradicionalmente ligado à inadequacao, ao gauche. Gosto de personagens socialmente desajustados, porque a comedia esta aí. Me identifico muito mais com Steve Carell e Bill Murray do que com Schwarzenegger e Stallone.
Você varia muito em atuações em filmes, televisão e teatro, mas qual destas mídias é sua favorita? Por quê?
O teatro é o que mais me fascina pela troca imediata com o espectador. No cinema, você faz um filme como quem joga uma mensagem na garrafa. A resposta volta, quando volta, com anos de atraso. O teatro não existe fora do momento presente, pois se alimenta do instantâneo, e o Z.É. é a maior prova disso. E é por isso que faz sucesso ate hoje: porque ele se alimenta do agora.
Alguma novidade sobre o lançamento de “Podia ser Pior”?
Ainda não vi. Mas tudo indica que vai ser uma comédia como nunca antes na história desse pais. Não podia ser melhor.
Fonte: Guia SP
Não esqueça, nesse final de semana tem Z.É. em SÃO PAULO!
Dias 30 e 31 de julho, às 21h30, no HSBC Brasil.
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Ele chegou na MTV Brasil com uma proposta completamente nova. Rapidamente, conquistou o público com o programa “15 Minutos” e ganhou espaço no canal com o “Comédia MTV”. Antes disso, Marcelo Adnet já havia participado de outros humorísticos, além do filme “Podecrer”, de Arthur Fontes. Acha muito? Ele ainda está em cartaz com o stand up “Z.É – Zenas Emprovisadas”, além de manter uma coluna esportiva semanal no Jornal “O Globo”.
* POP aproveitou esta época de aquecimento para o VMB e conversou com o ator, que irá apresentar a premiação pelo segundo ano consecutivo. Sobre o “15 Minutos”, Marcelo contou que a ideia inicial era dele: “Queria fazer algo mais descontraído, com câmeras soltas. O programa é 70% improviso e 30% roteiro, sendo que todas as ideias vêm dos e-mails que a audiência manda. Acredite, são muitos!”.
* Ele, que se divide entre Rio e São Paulo, mostra muito bem a diferença entre as duas cidades. “São Paulo é onde o Brasil acontece, mas da mesma maneira é muito fácil falar mal desse lugar. O Rio mais poético, marrento… Acho que a cidade grande desumaniza as pessoas”, diz o moço, que se auto-intitula um viciado em cultura regional de todo o país.
* Na área pessoal, Adnet acaba de voltar de uma viagem superespecial à Europa. Ele e a mulher, Dani Calabresa, fizeram um tour de lua de mel para lugares menos hypados do continente, como Bósnia e Croácia, onde o apresentador pôde exercitar a fluência nas línguas locais. Sim, como se não bastasse ele ainda é poliglota em idiomas estranhos. Taí alguém pra lá de interessante!
Fonte: Glamurama












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